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quinta-feira, 5 de março de 2020

Seria um UFO em registro espacial?!

Um vídeo recente mostra um objeto misterioso fora da estação espacial, mas é tudo o que parece?


A filmagem, que foi captada por inúmeros meios de comunicação e já acumulou mais de meio milhão de visualizações no YouTube, mostra um objeto claramente visível perto da Estação Espacial Internacional.

Enquanto a mídia foi rápida em rotular o objeto de 'OVNI' e implica que o vídeo representa evidência de visita extraterrestre, a verdade da questão é realmente muito menos emocionante.

Longe de ser uma nave alienígena, o objeto é na verdade um componente de comunicação aposentado que foi descartado da estação como parte de um esforço controlado para minimizar o acúmulo de detritos espaciais.

"De uma maneira controlada, no momento certo, na hora certa e na trajetória certa, lançamos isso - ou lançamos este hardware para devolver cinzas a cinzas, poeira a poeira de volta ao planeta", disse o astronauta da NASA Doug Wheelock durante uma entrevista de rádio recente.

"É um hardware de comunicação que atualizamos desde então."

A porta-voz da NASA Stephanie Schierholz também confirmou que o incidente foi "um evento planejado para descartar a parte não utilizada".

Vejamos o vídeo:


Fonte: Unexplained Mysteries

Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Sol ou uma abóbora de Halloween?!

Uma imagem maliciosa do Sol "sorrindo" como uma abóbora de Halloween foi twittada pela NASA.

A imagem foi tirada pelo satélite Solar Dynamics Observatory (SDO) da agência espacial e mostra o sol sob luz ultravioleta.


A NASA diz que a semelhança com o Jack O'Lantern é causada por "regiões ativas" que parecem mais brilhantes porque emitem mais luz e energia.

"Essa imagem combina dois conjuntos de comprimentos de onda ultravioleta extremos em Angstroms 171 e 193, normalmente coloridos em ouro e amarelo, para criar uma aparência particularmente parecida com o do Halloween", diz a agência espacial.

A foto foi tirada originalmente em outubro de 2014, mas a NASA está incentivando os usuários a fazer o download em alta resolução para marcar o Halloween nesta quinta-feira.

Fonte: News.sky.com

Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Seria um sonda extraterrestre?!


O estranho objeto espacial em forma de charuto que viaja pelo nosso sistema solar voltou às manchetes. Agora, cientistas sugerem que ele pode ser uma sonda alienígena enviada para investigar a Terra. 

Batizado de 'Oumuamua (que significa "mensageiro que vem do passado distante" em havaiano), ele foi avistado pela primeira vez por um telescópio no fim de 2017.

Desde que foi descoberto, o objeto intriga pesquisadores. Primeiro ele foi classificado como um cometa. Em seguida, foi identificado como um asteroide. Por fim, foi definido em uma categoria própria: "objeto interestelar".

Desta vez, um novo artigo de pesquisadores do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian levanta a hipótese de o objeto ter "origem artificial". 

O 'Oumuamua tem coloração vermelho-escura e viaja a uma velocidade de 87.3 quilômetros por segundo. Por sua alta velocidade e trajetória inusitada, os cientistas acreditam que ele pode ter procedência alienígena.

"O 'Oumuamua pode ser uma sonda perfeitamente operacional enviada intencionalmente à Terra por uma civilização alienígena vizinha", diz o artigo escrito pelos cientistas Abraham Loeb e Shmuel Bialy. 

De acordo com eles, este é o primeiro objeto originário de outro lugar já avistado em nosso sistema solar.

A teoria se baseia na "aceleração excessiva" do objeto ao atravessar o nosso sistema solar. "Uma possibilidade é que o 'Oumuamua seja uma vela solar, flutuando no espaço interestelar como detrito cósmico de uma equipamento tecnológico avançado", dizem os autores do estudo. 

"Velas solares de dimensões parecidas foram criadas por nossa civilização, incluindo o projeto IKAROS e a Iniciativa Starshot. A tecnologia de velas solares pode ser usada para o transporte de cargas entre planetas ou estrelas", completam.


Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Iceberg estranhamente quadrangular

Este pedaço de gelo estranhamente geométrico foi fotografado pela NASA na plataforma de gelo Larsen C da Antarctica.

A fotografia, que foi postada no Twitter esta semana, foi tirada como parte da Operação IceBridge - uma missão da Nasa que visa monitorar as mudanças nas calotas polares.
Os usuários de mídia social foram rápidos em perceber as bordas impossivelmente perfeitas do iceberg e a superfície lisa e sem feições - um forte contraste com as formas e tamanhos caóticos de outros icebergs.

De acordo com a cientista de gelo Kelly Brunt, no entanto, provavelmente se formou através de um processo relativamente comum.

"Temos dois tipos de icebergs", disse ela ao Live Science. "Nós temos o tipo que todos podem imaginar em sua cabeça que afundou o Titanic, e eles se parecem com prismas ou triângulos na superfície e você sabe que eles têm um subsolo louco. E então você tem o que é chamado de 'icebergs tabulares'."


O último pode ser muito plano e geométrico e, tipicamente, se separar das bordas das mantas de gelo por um processo que não é diferente de uma unha crescendo muito e terminando no final.

Apesar das aparências, o iceberg na fotografia tem vários quilômetros de largura e a maior parte está submersa na água. A parte que você não pode ver provavelmente terá um formato semelhante a um iceberg normal.

Além disso, apesar de sua superfície plana, o iceberg é provavelmente bastante frágil e quebraria se você andasse sobre ele.


Canal do YouTube: Canal Myllas Freitas

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Arqueólogos pedem ajuda à Nasa para investigar pinturas rupestres

Um grupo de arqueólogos indiano dirigiu-se à NASA e à Agência Indiana de Investigação Espacial para que os ajudem a decifrar umas pinturas pré-históricas encontradas nas grutas de Charam, no estado indiano de Chhattisgarh.


Muitos dos petróglifos, com 10.000 anos de antiguidade, representam figuras similares a extraterrestres e ovnis que aparecem nos atuais filmes de ficção científica. O arqueólogo JR Bhagat manifestou-se perplexo com as imagens.

“As descobertas sugerem que os humanos pré-históricos poderiam ter visto – ou imaginado – seres de outros planetas, algo que continua a despertar curiosidades hoje em dia”, comentou.

O cientista explicou que os arqueólogos pediram ajuda à NASA e à Agência Indiana de Investigação Espacial uma vez que na cidade de Charama não há especialistas que possam esclarecer o significado das pinturas.



O investigador detalhou que algumas partes dos desenhos são difíceis de interpretar e que alguns personagens estão representados com objetos em tudo semelhantes a armas.

“Os desenhos foram feitos com cores naturais que quase não desvaneceram apesar da idade”, sublinou Bhagat. Em algumas das imagens, inclusive, os personagens aparecem com o que parecem ser “roupas espaciais“.

Vídeo relacionado à matérias:


Canal Youtube: Canal Myllas Freitas

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Novidades sobre Oumuamua: isolamento por elementos orgânicos

Novidades acerca do misterioso "asteróide" Oumuamua:


Oumuamua é o primeiro objeto interestelar a visitar o nosso Sistema Solar. Ele possui o formato alongado de tamanho similar ao arranha-céu Gherkin de Londres com 180 metros. Possui uma crosta seca que evitou que a água contida em seu interior evaporasse em sua passagem perto do Sol, diz estudo publicado pela Revista "Nature Astronomy".

Recentemente os pesquisadores descobriram que o Oumuamua é coberto por uma espécie de camada de isolamento composta por elementos orgânicos, deixando a coisa ainda mais misteriosa: é o primeiro objeto já descoberto no Sistema Solar que não é proveniente do nosso "quintal espacial".

Há quem suspeite se tratar de um artefato alienígena enviado para nos estudar, mas tudo indica que o Oumuamua seja, mesmo, somente um objeto natural e inusitado para os nossos padrões. Contudo, ainda se sabe muito pouco a seu respeito.

Os estudos iniciais revelaram que a rocha possa ter vindo de um corpo congelado no espaço, não se tratando de um cometa, mas, sim, tendo água congelada em seu interior. 

Quanto ao revestimento orgânico, ele foi detectado por meio da espectroscopia, que analisa a luz sendo refletida a partir de sua superfície, sendo dividida em comprimentos de onda. Então, ao analisar essas medidas, os cientistas descobrem a composição do objeto. 

Já sobre sua origem, como o Oumuamua não se assemelha com nenhum objeto espacial já descoberto no Sistema Solar, é natural partir do princípio de que ele tenha vindo de fora, uma vez que cometas e asteróides foram comprovadamente expulsos do nosso sistema estelar quando ele foi formado. Portanto, é razoável assumir que a mesma coisa aconteça em outros sistemas.

No momento, a rocha segue sendo observada durante seu trajeto pelo Sistema Solar, e os cientistas esperam descobrir a existência de outros corpos do tipo para ampliar os estudos.

Fonte: Canal tech

Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Nasa e inteligência artificial da Google: descoberta

Vocês se recordam da reportagem postada no blog, ontem (13/12/2017), intitulada "Nasa fará anúncio conjunto com a Google", pois bem vamos ao anúncio cuja reportagem com algumas alterações foram retiradas do site Observador:



A NASA anunciou que a missão Kepler, o observatório espacial caçador de exoplanetas, descobriu um sistema planetário com oito planetas a orbitar uma estrela (Uauuuuu!!!). Fica a 2.545 anos-luz de nós e é o maior sistema solar alguma vez encontrado por uma agência espacial, igualando o número de planetas do nosso Sistema Solar. A descoberta foi conseguida graças à parceria com a Google que, através de um laboratório quântico, desenvolveu inteligência artificial utilizada no espaço pela primeira vez na História. A notícia foi lançada numa conferência de imprensa esta quinta-feira.

As novidades sobre exoplanetas têm-se somado nos últimos tempos, tal é o sucesso da missão, mas desta vez há algo mais curioso: não é a primeira vez que o “machine learning” criado em conjunto pelas duas companhias é usado para analisar dados recolhidos pela sonda Kepler, mas é a primeira vez que resulta na descoberta de um mundo distante. Nesta ocasião em particular, os computadores da Google analisaram os dados recolhidos pela Kepler desde 2009 e “aprendeu” a identificar planetas que existam para lá do Sistema Solar, na nossa região da Via Láctea. De acordo com a NASA, estes oito planetas orbitam uma estrela parecida ao Sol batizada de Kepler-90 e fica na constelação de Draco.

Quando K2 fez renascer a missão Kepler — depois de duas avarias muito graves — o laboratório onde a agência espacial norte-americana e a Google desenvolviam novos sistemas de inteligência artificial estava a celebrar um ano. O Laboratório de Inteligência Artificial Quântica tem dois dos computadores quânticos mais poderosos do mundo: embora só suporte 512 bits quânticos, uma unidade de informação, eles conseguem resolver em segundos aquilo que um computador normal demoraria centenas de anos a desvendar.

Esta descoberta em particular é da responsabilidade dos investigadores Christopher Shallue e Andrew Vanderburg: foram eles que treinaram um computador para aprender a identificar exoplanetas através da pequeníssima mudança de luminosidade emitida por uma estrela quando um planeta se atravessa à sua frente — o chamado método de trânsito. O computador foi criado para se comportar de forma semelhante ao do cérebro, isto é, utilizando uma espécie de rede neural com informações embutidas pela Kepler. Foi assim que a inteligência artificial encontrou um oitavo planeta no sistema Kepler-90, um corpo celeste que nunca tinha sido visto pelo telescópio espacial da NASA.

O oitavo planeta descoberto, Kepler-90i, é um corpo celeste rochoso, extremamente quente e 30% maior do que a Terra que orbita a estrela a cada 14,4 dias. É praticamente impossível que tenha vida na atualidade porque fica tão próximo da estrela que a temperatura à superfície deve rondar os 427 ºC, mais ou menos o mesmo que em Mercúrio. Ainda assim, Andrew Vanderburg, astrónomo da Universidade do Texas, que colabora com a agência espacial norte-americana, diz que este sistema “é uma mini-versão do nosso sistema solar. Tem planetas pequenos no interior e planetas grandes no exterior. Só que tudo está espremido para mais perto da estrela”.

Além deste sistema solar, a inteligência artificial também permitiu encontrar um sexto planeta no sistema solar Kepler-80: Kepler-80g tem o mesmo tamanho que a Terra, é o quarto do sistema e tem um planeta irmão com quem interage em ressonância orbital — estão atraídos pelos campos gravitacionais um do outro. É esta dança rítmica que faz deste sistema extremamente estável e parecido, nesse aspeto, ao sistema TRAPPIST-1.


Essas novidades foram dadas por Paul Hertz (diretor da divisão de astrofísica na sede da NASA em Washington), Christopher Shallue (engenheiro de software sénior na Google AI em Mountain View), Andrew Vanderburg (astrónomo da agência espacial norte-americana) e Jessie Dotson (cientista do projeto Kepler na NASA em Silicon Valley). Como é de costume, todos os oradores estão atentos ao Twitter e ao Reddit: se tiver dúvidas, pode colocá-las através dessa rede social utilizando a hashtag #askNASA.

Por essa, eu não esperava. Excelente notícia. Vamos aguardar novidades.

Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

NASA fará anúncio conjunto com a Google


A NASA anunciou que, no dia 14/12/2017, fará um anúncio para revelar uma nova descoberta relacionada à sonda/telescópio espacial Kepler.

O evento será transmitido em vídeo ao vivo pelo site da NASA em conjunto com a Google.

Inexistem informações sobre o que de fato será anunciado, mas, quem sabe, o assunto seja algum novo planeta habitável encontrado por meio da tecnologia da Google e os dados do Kepler.

A conferência será realizada pelo astrofísico diretor da NASA, Paul Hertz, e pelo líder em engenharia de software da Google, Christopher Shallue, além de outros cientistas da agência. 

Vamos aguardar.

Fonte: Techmundo

Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas