Que tal fazer uma viagem pelo mundo misterioso do sobrenatural, cujo desconhecido nos fascina e instiga a procurar por respostas.
Pegue seu bilhete de viagem e me acompanhe nesse passeio.
Uma imagem assustadora mostra o que pode ser um fantasma no cemitério Martha Chapel, no Texas, Estados Unidos.
Ao vasculhar a área pelo Google Maps, é possível notar uma figura, que parece uma criança, perto de uma árvore.
Para piorar, existem relatos e lendas sobre aparições de fantasmas no local!
Vejamos a imagem...
Zoom...
Zoom...
Uma figura cinzenta que parece uma criança olhando diretamente para a câmera. Ela parece estar se escondendo e se divertindo atrás da árvore. Assustador...
O primeiro a chamar a atenção para a figura misteriosa foi o canal do YouTube The Hidden Underbelly 2.0.
"Esta alma parece estar vagando pela Terra e ainda por cima está se divertindo", afirmou um dos comentários.
Os relatos macabros no cemitério já existem há tempos.
Em primeiro lugar, porque ele está no final da chamada Estrada Bowden. Com esse nome ela não é assustadora e sim pelo seu apelido: Demon Road (ou "Estrada do Demônio”).
De acordo com Dana Goolsby, que fez uma extensa pesquisa sobre as imediações para o site Texas Escape, o local realmente parece assombrado a ponto dos habitantes locais fazerem de tudo para impedir que visitantes e curiosos cheguem ao cemitério.
Segundo alguns deles, é uma preocupação para evitar que os "maus fantasmas" sejam acordados. A própria Dana conta uma história que aconteceu com ela. Quando estava no cemitério, ela viu um homem vagando sem muita direção.
Ela não deu muita importância para o fato, até se deparar com a mesma figura no dia seguinte, logo depois de sair do chuveiro, sentada em sua cama. Ela afirma que o homem "se dissipou", mas não antes dela ficar tremendo de medo.
Há vários dias houve uma observação realmente bizarra no Google Earth e no Google Maps.
Uma misteriosa linha de milhares de quilômetros, que se estendeu do Pólo Norte ao Pólo Sul, não só foi detectada no Google Earth e no Google Maps, mas também pôde ser detectada pela Estação Espacial Internacional.
Há muita discussão sobre o que essa enorme linha poderia ser…
Apesar de algumas pessoas sugerirem que tenha sido uma falha de processamento nas fotos, ela claramente tem uma construção física.
Vocês se recordam da reportagem postada no blog, ontem (13/12/2017), intitulada "Nasa fará anúncio conjunto com a Google", pois bem vamos ao anúncio cuja reportagem com algumas alterações foram retiradas do site Observador:
A NASA anunciou que a missão Kepler, o observatório espacial caçador de exoplanetas, descobriu um sistema planetário com oito planetas a orbitar uma estrela (Uauuuuu!!!). Fica a 2.545 anos-luz de nós e é o maior sistema solar alguma vez encontrado por uma agência espacial, igualando o número de planetas do nosso Sistema Solar. A descoberta foi conseguida graças à parceria com a Google que, através de um laboratório quântico, desenvolveu inteligência artificial utilizada no espaço pela primeira vez na História. A notícia foi lançada numa conferência de imprensa esta quinta-feira.
As novidades sobre exoplanetas têm-se somado nos últimos tempos, tal é o sucesso da missão, mas desta vez há algo mais curioso: não é a primeira vez que o “machine learning” criado em conjunto pelas duas companhias é usado para analisar dados recolhidos pela sonda Kepler, mas é a primeira vez que resulta na descoberta de um mundo distante. Nesta ocasião em particular, os computadores da Google analisaram os dados recolhidos pela Kepler desde 2009 e “aprendeu” a identificar planetas que existam para lá do Sistema Solar, na nossa região da Via Láctea. De acordo com a NASA, estes oito planetas orbitam uma estrela parecida ao Sol batizada de Kepler-90 e fica na constelação de Draco.
Quando K2 fez renascer a missão Kepler — depois de duas avarias muito graves — o laboratório onde a agência espacial norte-americana e a Google desenvolviam novos sistemas de inteligência artificial estava a celebrar um ano. O Laboratório de Inteligência Artificial Quântica tem dois dos computadores quânticos mais poderosos do mundo: embora só suporte 512 bits quânticos, uma unidade de informação, eles conseguem resolver em segundos aquilo que um computador normal demoraria centenas de anos a desvendar.
Esta descoberta em particular é da responsabilidade dos investigadores Christopher Shallue e Andrew Vanderburg: foram eles que treinaram um computador para aprender a identificar exoplanetas através da pequeníssima mudança de luminosidade emitida por uma estrela quando um planeta se atravessa à sua frente — o chamado método de trânsito. O computador foi criado para se comportar de forma semelhante ao do cérebro, isto é, utilizando uma espécie de rede neural com informações embutidas pela Kepler. Foi assim que a inteligência artificial encontrou um oitavo planeta no sistema Kepler-90, um corpo celeste que nunca tinha sido visto pelo telescópio espacial da NASA.
O oitavo planeta descoberto, Kepler-90i, é um corpo celeste rochoso, extremamente quente e 30% maior do que a Terra que orbita a estrela a cada 14,4 dias. É praticamente impossível que tenha vida na atualidade porque fica tão próximo da estrela que a temperatura à superfície deve rondar os 427 ºC, mais ou menos o mesmo que em Mercúrio. Ainda assim, Andrew Vanderburg, astrónomo da Universidade do Texas, que colabora com a agência espacial norte-americana, diz que este sistema “é uma mini-versão do nosso sistema solar. Tem planetas pequenos no interior e planetas grandes no exterior. Só que tudo está espremido para mais perto da estrela”.
Além deste sistema solar, a inteligência artificial também permitiu encontrar um sexto planeta no sistema solar Kepler-80: Kepler-80g tem o mesmo tamanho que a Terra, é o quarto do sistema e tem um planeta irmão com quem interage em ressonância orbital — estão atraídos pelos campos gravitacionais um do outro. É esta dança rítmica que faz deste sistema extremamente estável e parecido, nesse aspeto, ao sistema TRAPPIST-1.
Essas novidades foram dadas por Paul Hertz (diretor da divisão de astrofísica na sede da NASA em Washington), Christopher Shallue (engenheiro de software sénior na Google AI em Mountain View), Andrew Vanderburg (astrónomo da agência espacial norte-americana) e Jessie Dotson (cientista do projeto Kepler na NASA em Silicon Valley). Como é de costume, todos os oradores estão atentos ao Twitter e ao Reddit: se tiver dúvidas, pode colocá-las através dessa rede social utilizando a hashtag #askNASA.
Por essa, eu não esperava. Excelente notícia. Vamos aguardar novidades.
A NASA anunciou que, no dia 14/12/2017, fará um anúncio para revelar uma nova descoberta relacionada à sonda/telescópio espacial Kepler.
O evento será transmitido em vídeo ao vivo pelo site da NASA em conjunto com a Google.
Inexistem informações sobre o que de fato será anunciado, mas, quem sabe, o assunto seja algum novo planeta habitável encontrado por meio da tecnologia da Google e os dados do Kepler.
A conferência será realizada pelo astrofísico diretor da NASA, Paul Hertz, e pelo líder em engenharia de software da Google, Christopher Shallue, além de outros cientistas da agência.