terça-feira, 19 de junho de 2018

Pokedex Sinistro #7 Yamask


Evolução
É uma espécie de Pokémon do tipo fantasma, classificado como "spirit Pokémon". Ele evolui para o Cofagrigus.

Cofagrigus
Possui a versão Black e White
* Black: dizem que eles engolem aqueles que chegam muito perto e os transformam em múmias.
* White: fingem ser caixões ornamentados para ensinar lições a ladrões de tumbas.

Yamask
De acordo com a pokédex, ele carrega consigo o rosto de sua forma quando ainda era vivo e ainda possui memórias de quando ainda era humano. Esse Pokémon já foi humano e, após morrer, seu corpo foi transformado no Yamask e apenas o seu rosto permanece no Pokémon. A história informa que se a máscara de Yamask tomar a face de um humano, ele pode o possuir e obter seu verdadeiro eu novamente.

Ele possui as versões Black e White.
* Black: cada um deles carrega uma máscara que costumava ser seu rosto quando era humano. Algumas vezes, eles olham para ela e choram.
* White: estes pokémons surgiram dos espíritos de pessoas enterradas em tumbas de épocas passadas. Cada um retém a memória de sua vida passada.

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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Screaming Túnel do Canadá


Localização

O Screaming Túnel consiste em um pequeno túnel de calcário situado abaixo do que antes eram as linhas ferroviárias Grand Trunk (atualmente Canadian National Railways), localizado a noroeste das Cataratas do Niágara, Ontário Canadá.


Construção

O túnel foi construído no início de 1800, possuindo 16 pés (4,9 m) de altura e 125 pés (38 m) de comprimento


Objetivo

Ele, na realidade, foi construído apenas como um túnel de drenagem para que a água pudesse ser removida das terras agrícolas. Essa água passaria por baixo da Grand Trunk Railway e desceria até o vale abaixo. Os agricultores utilizaram desse túnel para transportar bens e animais em segurança sob a movimentada via férrea acima.


Lenda

Há uma lenda local que relata ser o túnel assombrado pelo fantasma de uma jovem, que depois de escapar de um prédio em chamas com suas roupas ainda em chamas, morreu dentro das paredes do túnel.

Existem ainda variantes dessa lenda, sendo uma das versões a de uma garota que foi incendiada por seu pai enfurecido após ele perder a custódias de seus filhos após um tumultuado divórcio. Outra versão é de uma jovem que foi estuprada dentro do túnel e seu corpo foi queimado para impedir que qualquer evidência fosse encontrada.

A similaridade entre todas essas versões é de que todas elas terminam com os gritos da garota enchendo o túnel enquanto ela estava queimando até a morte.


Gravação

Esse túnel foi usado como set durante as filmagens da adaptação cinematográfica de David Cronenberg, em 1983, para o romance de terror "The Dead Zone", de Stephen King.

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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Segredo revelado dos moais da Ilha de Páscoa


Conforme estudo constante no Journal of Archaeological Science, os chapéus gigantes, pintados de vermelho e com quase 13 toneladas cada, foram colocados nas cabeças dos moais graças a uma técnica semelhante a utilizada pelos europeus para trazer à tona navios naufragados.Escavações recentes na área revelavam que o mistério é ainda maior do que se esperava.

Como os gigantescos "chapéus" de pedra, chamados de pukao e com um peso de 10 a 15 toneladas, apareceram na cabeça dos moais?


O fato de as estátuas e dos "chapéus" terem sido feitos a partir de várias rochas geológicas não contribui para encontrar a solução para o quebra-cabeças. É de salientar que as rochas usadas para construir os "chapéus" podem ser encontradas em regiões distantes da ilha, e ficam dezenas de quilômetros afastadas dos moais.

Ao analisar a superfície do pedaço de terra e todos os documentos disponíveis para pesquisa, os cientistas da Universidade de Binghamton, em Nova York, chefiadas pelo antropólogo Carl Lipo, finalmente entenderam como as estruturas poderiam ter sido construídas pela antiga civilização.

De acordo com os cientistas, os moais foram construídos de forma especial para que as rochas endireitassem caso fossem levemente inclinadas, permitindo assim que os moradores da ilha os transportassem a distâncias significativas sem causar qualquer dano.



Os traços existentes nos "chapéus" das estátuas indicam que eles foram levados para os locais das "montagens" quase prontos. Ou seja, foram levados da pedreira até o local onde seriam depois colocados na cabeça dos moais, rolando sobre eles mesmos.

Quando os pukao chegaram ao destino, os moradores deram início ao árduo trabalho de colocar esses "acessórios" nos moais, recorrendo à ajuda de aterros e cordas. Assim, pouco a pouco, conseguiram levantar os "chapéus" para parte superior das estátuas.

Os pesquisadores apontam várias provas para fundamentar a teoria, como, como: a existência de vestígios de aterros e de uma cavidade especial no "chapéus" que o impede de cair da cabeça.


Os cientistas notaram, ainda, que, inicialmente, os moais estavam um pouco inclinados, permitindo assim que os construtores antigos rolassem os "chapéus" para as cabeças das estátuas sem estragar nada. Depois simplesmente as aplanaram.

Tendo em conta os resultados da pesquisa, os cientistas concluíram que não era necessários ter um exército de escravos ou muitos recursos para construir grandes monumentos. Os moradores da Ilha de Páscoa conseguiram imortalizar seu nome com a ajuda do intelecto, das leis da física e dos recursos escassos da ilha.

Fonte: Zap.aeiou

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terça-feira, 5 de junho de 2018

Ilha Ramree: o exército de crocodilos


Localização

A ilha Ramree consiste em uma ilha situada na costa do Estado de Rakhine, na Birmânia. A área da ilha é de aproximadamente 1350 km², cujo principal centro populoso é Ramree, todavia o que atrai a atenção acerca desse local não é seu centro populoso, mas seus pântanos, que abrigam crocodilos.


A caminho da armadilha da Natureza

Desseseis quilômetros separavam os soldados do outro lado da ilha. O exército de ocupação japonesa na costa da ilha tinha uma meta simples e bastante próxima, mas não contavam que, em meio ao pântano que deveriam atravessar para chegar ao objetivo, uma armadilha da natureza tão trágica quanto à guerra pacientemente os aguardava: crocodilos.


O massacre

Durante a Segunda Guerra Mundial, ocorreu um confronto entre tropas inglesas e japonesas no local; essa batalha ficou conhecida como a "Batalha de Ramree". Essa batalha ocorreu entre os meses de janeiro e fevereiro de 1945, como parte do avanço na ilha pelo 14º Exército Britânico (1944-1945), objetivando acabar com o domínio japonês no local.

A batalha se iniciou por meio da "Operação Matador", ou seja, um assalto anfíbio com objetivo de captura do porto estratégico de Kyaukpyu (localizado no extremo norte da Ilha Ramree) ao sul de Akyab. Em Ramree, a guarnição japonesa continuava com sua resistência.



Todavia, quando os marines ingleses avançaram, cerca de 900 japoneses abandonaram suas bases, recuando para dentro dos pântanos existentes ao redor da ilha. Essa rota de fuga os abrigou a atravessarem 16 quilômetros de manguezais.

O intuito deles era se juntar ao outro batalhão japonês que ficava mais ao sul, nas extremidades da ilha; ocorre que para chegar a esse outro batalhão, eles não contavam com a lama profunda, as doenças tropicais (em especial, malária) e o seu maior algos: crocodilos de água salgada com cerca de 5 METROS de comprimento (isso mesmo!!!). Crocodilos esses que infestavam os pântanos da ilha.


Por várias vezes, os oficiais ingleses solicitaram a rendição dos soldados japoneses, mas eles ignoraram e seguiram em direção aos pântanos sem imaginar os que os aguardavam pela frente. Centenas de soldados japoneses morreram atacados pelos crocodilos. Para se ter uma noção, de uma estimativa de 500 soldados japoneses que adentraram os pântanos infestados por crocodilos, somente 20 retornaram com vida.


Relato assustador

O naturalista Bruce Stanley Wright, que participou da batalha, incluiu em seu livro "Wildlife Sketches, Near and Far"("Esboços de vida selvagem, perto e longe", em tradução livre) relato assustador da carnificina que os soldados fugitivos enfrentaram.

Aquela noite foi horrível para as tropas que estavam posicionadas na borda do pântano e ouviram tudo. Alguns homens tiveram de ser dispensados da patrulha por não suportar os gritos que vinham lá de dentro. Os crocodilos atraídos pelo som da batalha e pelo cheiro de sangue convergiram aos milhares para o interior da ilha usando os mananciais rasos para se esconder e atacar de surpresa. O ataque do crocodilo de água salgada é rápido e certeiro, o animal se move com precisão, saindo da água apenas o suficiente para alcançar seu alvo e mordê-lo com presas afiadas capazes de triturar ossos como se fossem gravetos. Os crocodilos se concentram nos feridos e naqueles muito extenuados ou aterrorizados para correr. O crocodilo de água salgada tem uma particularidade tenebrosa: ele continua atacando mesmo que tenha obtido carne suficiente para se fartar. Ele costuma afundar suas vítimas na água em tocas alagadas onde acumulam estoque de carne. Os soldados que conseguiram correr foram perseguidos na escuridão, tendo que fugir através da lama que impedia sua retirada. Mesmo os que conseguiram subir em árvores não estavam a salvo. Os crocodilos aguardavam pacientemente até que a fome os obrigasse a descer e muitos preferiram acabar com o horror colocando uma bala na cabeça. O som dos disparos e gritos foram se tornando mais raros a medida que os homens morriam, mas, por vezes, era possível ouvir o som de mandíbulas se fechando e os urros de dor. O som de milhares de crocodilos massacrando mil homens é algo raramente ouvido na Terra e não deve ser agradável. Quando amanheceu, urubus e abutres sobrevoavam o pântano, ansiosos para limpar aquilo que os crocodilos haviam deixado.



Guiness

O Guiness Book listou essa tragédia como "O maior desastre sofrido por humanos causados por animais."

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Estrada mal-assombrada na Australia


Há estradas espalhadas pelo Mundo que se tornam palco de uma ou outra situação misteriosa, situações essas classificadas como paranormais. 

A estrada que lhes trarei muitos motoristas, devido às histórias que a cercam, preferem não viajar por ela. Nessa estrada os limpadores párabrisas de repente param de funcionar, os rádios desligam subitamente ou aumentam o volume de forma inesperada e, para piorar, aparições surgem em meio à escuridão da estrada.

A estrada de que estamos falando é a estrada de Wakehurst, uma estrada sinuosa que liga as cidade de Seaforth a Narrabeen, em Nova Gales do Sul, no sul da Austrália.

Wakehurst

Segundo os motoristas que por ali passam, numa passagem para pedestres, em Oxford Falls, o sinal verde fica piscando repetidamente às três horas da manhã. Há relatos, ainda, de que, todos os dias, nesse mesmo horário,  a imagem de um homem aparece, ironicamente, em uma faixa de pedestres na altura da cidade de Oxford Falls. 

A publicação da página Shivers of Australia narrou, no Facebook, o caso horripilante de um fantasma que habita a região:

"A lenda conta que o fantasma de uma garota chamada Kelly aparece, misteriosamente, dentro dos carros que por ali passam durante a madrugada. Se você não disser a Kelly que saia do veículo, ela telepaticamente faz o seu carro sair da estrada e bater".

Segundo se conta, a jovem chamada Kelly foi morta em circunstâncias trágicas em 1970. Ela diz ser uma passageira que estava presa no banco de trás. 

A médica psíquica Mary Loughland diz que já viu o fantasma de Kelly várias vezes. Ela acredita que Kelly não se trata de uma presença maligna, mas sim de uma traumatizada que tão somente quer retornar para casa.

"Era cerca de 2 da manhã e tive a sensação de alguém tocar-me na parte de trás do pescoço. Ela é como uma aparição branca e velada de uma menina no banco de trás.", diz ela.

Além de Kelly, uma mulher idosa também gosta de assustar os viajantes noturnos. Segundo o  The Mirror, trata-se de uma freira escocesa que morreu no local cerca de 50 anos atrás.

Samantha Fisher, 22 anos, do Planalto de Bilgola, diz que sua mãe, Sherryll, desmaiou sem motivo enquanto dirigia por lá em 1998.

"Ela apagou e só se lembra de sentir o acidente acontecer, no entanto ela não podia se mover ou ver, mas podia tão somente ouvir e sentir", disse ela.


Outro depoimento assustador foi de Bianca Biasi, diretora do filme "The Parkway Hauntings", de 2015.

"Foi muito bizarro. Nós tínhamos uma médium conosco e ela descreveu, em detalhes, que alguém fora assassinado na estrada. De repente, todos os atores começaram a ter comportamentos estranhos, e um casal passou muito mal a ponto de vomitar. Nós pensamos até em levar uma das atrizes para o hospital, porque era impossível acalmá-la", ela declarou ao  The Mirror.

"Algo instintivamente me disse para tirá-los de lá, era estranho. Eu estive em muitos lugares assombrados e há algo muito estranho sobre esse lugar. Há uma escuridão lá.", completou ela.

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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Bodie: cidade-fantasma do Velho-Oeste

Uma das cidades-fantasma mais famosas dos Estados Unidos, Bodie preserva a atmosfera do Velho Oeste e oferece a seus visitantes um retrato da ascensão e, principalmente, decadência da corrida pelo ouro na Califórnia no fim do século 19.


Bodie: Cidade-fantasma do Velho-Oeste

Trata-se de uma cidade, atualmente, turística, cujo passeio é feito todo a pé pelas ruas da época e por entre as construções. Algumas das casas do Velho Oeste receberam vigas para dar suporte às paredes, enquanto que outras desabaram pela ação do tempo.

Nos anos de 1892 e 1932, dois grandes incêndios destruíram boa parte da cidade. Nada ali é restaurado, mas apenas preservado.

Em 1962 Bodie se tornou um Parque Histórico Nacional, mantido pelo Estado da Califórnia e pela ONG The Bodie Foundation.

Ao se olhar as casas pelas janelas, uma vez que é proibido entrar nos imóveis, é impressionante a quantidade de objetos pessoais deixados para trás, o que dá a sensação de que, em algum momento, soou o alarme e as famílias correram em desespero, levando tão somente o que conseguiam carregar.



A história de Bodie

Com a prosperidade da mineração, a região chegou a ter uma população de cerca de 10 mil pessoas, sendo bastante conhecida pela presença dos "foras da lei", repleta de ladrões, prostitutas, bêbados e pistoleiros.

A maldição de Bodie

Uma placa logo na entrada do Parque dá a dica: "ilegal levar qualquer coisa de Bodie." A mensagem, além de ter sido colada com o intuito de preservar o parque, também pode ser interpretada como a "maldição de Bodie"

Segundo a crença, os espíritos protegem a cidade e se vingam de todos os que roubam algo dela, seja um prego, seja uma garrafa. O souvenir viria acompanhado de uma onda de má sorte.

Essa história é contada pelos guardas e também reforçada pela carta de antigos visitante que "levaram" um souvenir consigo, que afirmam terem caído em desgraça após o ato e escrevem ao parque se desculpando pelo que fizeram e devolvendo os itens.



Aparições de fantasmas

Casos de aparições de fantasmas em determinados cômodos e casa também fazem parte do folclore assombrado de Bodie, que já foi explorado por alguns programas de TV ao longo dos anos.

Que tal fazer uma visitinha a essa cidade-fantasma?

Fonte: Uol

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sábado, 2 de junho de 2018

121 exoplanetas descobertos e suas exoluas com possibilidade de abrigar vida


Mais de 100 planetas gigantes, que potencialmente hospedam luas capazes de suportar a vida, foram identificados por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Riverside (UCR), EUA, e da Universidade de Southern Queensland, na Austrália.

Essa pesquisa guiará o projeto de futuros telescópios capazes de detectar essas luas potenciais e procurar por sinais de vida, chamados de bioassinaturas, em suas atmosferas.

Desde o lançamento do telescópio Kepler da NASA em 2009, foram identificados milhares de planetas fora do nosso sistema solar, os exoplanetas.

O que seriam exoplanetas?

O próprio nome “exoplaneta” é uma abreviação para planeta extrasolar, ou seja, um planeta localizado fora do nosso sistema Solar, que orbita outra estrela e não o Sol. Eles podem ser enormes gigantes gasosos com 60 vezes a massa de Júpiter que engolem estrelas em sua órbita frenética ou então rochosas “Super Terras” muito mais massivas do que o nosso humilde planeta.

Busca de vida

Os planetas terrestres (rochosos) são os principais alvos na busca da vida, porque alguns deles podem ser geologicamente e atmosfericamente semelhantes à Terra. Outros candidatos que poderiam sustentar a vida são as exoluas.

O que seria uma exolua?

Uma exolua, ou lua extrassolar, é um termo que se refere a um satélite natural que orbita um Planeta extrassolar.


Descoberta

Stephen Kane, professor associado de astrofísica planetária e membro do Centro Alternativo de Astrobiologia da Terra da UCR, disse:

"Atualmente, existem 175 luas conhecidas orbitando os oito planetas do nosso sistema solar. Enquanto a maioria dessas luas orbitam Saturno e Júpiter, que estão fora da zona habitável do Sol, este pode não ser o caso em outros sistemas solares. Incluir exoluas rochosas em nossa busca pela vida no espaço expandirá grandemente os lugares que podemos olhar."

Os pesquisadores identificaram 121 planetas gigantes que têm órbitas dentro das zonas habitáveis ​​de suas estrelas. Com mais de três vezes o raio da Terra, esses planetas gasosos são menos comuns que os planetas terrestres, mas se espera que cada um deles abrigue várias grandes luas.

Michelle Hill, aluna de graduação da a Universidade of Southern Queensland, disse:

"Agora que criamos um banco de dados dos planetas gigantes conhecidos na zona habitável de suas estrelas, as observações dos melhores candidatos para hospedagem de exoluas em potencial serão feitas para ajudar a refinar as propriedades exóticas esperadas. Nossos estudos de acompanhamento ajudarão a informar o futuro projeto do telescópio, para que possamos detectar essas luas, estudar suas propriedades e procurar por sinais de vida."

Fonte com alterações: OvniHoje.com

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terça-feira, 29 de maio de 2018

Fotos de arrepiar #13 Fantasma de Walter Ferguson

A foto a seguir foi tirada em 1968, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Esta imagem foi feita por uma máquina fotográfica de revelação instantânea, durante o discurso de Robert Ferguson em uma convenção espírita. Vejamos:


Na hora ninguém viu outra pessoa além de Robert fazendo seu discurso. Minutos depois, no entanto, ficou perceptível uma figura estranha ao lado do palestrante.

No final das contas, atribuíram o suposto fantasma ao falecido irmão de Robert, Walter Ferguson, que faleceu em 1944, durante a Segunda Grande Guerra.

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