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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Muro de bonecas para afastar maus espíritos

Uma catadora que trabalha no lixão do estado de Rondônia conseguiu assustar até animais domésticos após resolver arriscar no sobrenatural para poder dormir mais tranquila.

As bonecas que assustam pela aparência foram jogadas no lixão e lá estavam em meio as sucatas, sujeira, urubus e tudo quanto é tipo de entulho que se possa imaginar.

Paula (o nome é fictício) trabalha como catadora e cruzava por elas, pisava em cima, ignorava-as todos os dias, pois seu objetivo era procurar material reciclável que pudesse ser vendido e até comida ainda em condições de consumo.

Certo dia, observou duas bonecas ainda conservadas que poderiam servir de brinquedo para suas filhas. Então pegou essas bonecas e jogou em um saco junto com outras coisas que levaria para casa.

Certo dia, Paula e o marido saíram para trabalhar e as meninas foram para a escola. Quando voltou para casa percebeu que ladrões estiveram na residência. Arrombaram a única porta existente e reviraram algumas coisas sem levar nada. O prejuízo foi constatado ao perceber no pátio que algumas galinhas da criação de Paula tinham sumido. Outros roubos ocorreram.

Quando aconteceu o quarto roubo em sua casa, Paula se desesperou e pediu um conselho de sua mãe. A senhora de quase 70 anos de idade ouviu com atenção o drama da filha e olhando para as duas bonecas catadas no lixo penduradas em uma árvore do lado de fora da casa porque as filhas de Paula não as quiseram e sugeriu o seguinte:

“Coloque essas bonecas no portão minha filha, elas vão ‘proteger’ a casa contra ladrões ou visitas indesejadas. E se encontrar mais no lixão pode trazer e espalhar pela porteira”, falou.
Paula achou estranho o conselho, mas resolveu fazer o que sua mãe havia pedido.
Logo na primeira semana após o conselho da mãe, Paula conseguiu outras 04 bonecas no lixão e trouxe para casa do jeito que estavam sem condições de uso ou recuperação.

Em 90 dias, o portão de madeira que dá acesso ao sítio onde Paula reside já estava coberto de bonecas. Elas tem tamanho, cores e aparência diferentes. Algumas só tem o pescoço, outras não estão vestidas ou estão com apenas uma parte das vestes.

Amarradas na cerca de arame também é possível encontrar bonecas sem o rosto, sem cabelos, sem pés.

Uma boneca com um longo vestido, parecendo uma baiana chama atenção não só pelas vestes, mas também pelas duas cabeças que lhe cercam.

É possível observar também um boneco no formato de coruja, um vidro em forma de caveira cheio de enfeites de pimenta e colares de bolas e a ossada da cabeça de um boi.

O cenário é estranho e assustador até para quem já sabe do porque tudo aquilo está exposto ali.

O mais impressionante, segundo depoimento da própria Paula, é que após ela enfeitar a cerca e o portão nunca mais ninguém roubou nada no local.

O curioso é que, explicou Paula, até cachorro e gato, que eram comuns surgirem do nada, de repente desapareceram.

Bizarro isso hein?!

Fonte com adaptações: Rondonia ao vivo

Canal do YouTube: Canal Myllas Freitas

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Vila Nagoro: a cidade dos espantalhos

Nagoro ou Nagoru, agora conhecido como Nagoro Scarecrow Village é uma vila no Vale do Iya, na ilha de Shikoku, na província de Tokushima, no Japão.

Consiste em um exemplo típico de um local que sofre com o envelhecimento e a baixa natalidade no Japão: em Janeiro de 2015 tinha apenas 35 habitantes e em Agosto de 2016 esse número baixou para 30 habitantes.

Ayano Tsukimi, cresceu em Nagoro, mas, quando ficou adulta, mudou-se para Osaka. Quando retornou à vila com o intuito de cuidar do seu pai idoso (há mais de 10 anos) e deparou-se com a sua vila quase deserta com apenas 50 moradores.

Tsukimi descobriu suas habilidades na confecção de bonecos por acaso, quando ela estava fazendo espantalhos para uma plantação depois que ela se mudou de volta para Nagoro.
Segundo ela, um dos espantalhos tinha traços que se assemelhavam aos do seu pai, dando início a toda essa ideia de criar espantalhos para relembrar os antigos moradores da pequena vila.

“Eles nos trazem memórias”, explica. “Uma velha senhora que costumava vir até aqui e tomar um chá, o homem que adorava contar histórias e tomar sakê. Todos os bonecos me fazem lembrar os velhos tempos, quando estavam vivos e bem”, disse.

Vários bonecos muito bem feitos e vestidos se amontoam do lado de fora de uma loja, outro grupo envolto em roupas de inverno espera o ônibus no ponto, enquanto algumas velhinhas se sentam à beira da estrada para observar o tempo passar.

É possível encontrar bonecos por toda parte, de modo que eles já são dez vezes mais numerosos que a população real de Nagoro, que conta com pouco mais de 30 habitantes.
Cada um dos espantalhos representa uma pessoa que se tenha mudado ou morrido. No total existem cerca de 350 bonecos espalhados pelo local.

Estes bonecos são em tamanho real e cada um tem a sua própria expressão. Alguns dormem, outros abraçam crianças espantalho, seguram arados e enxadas ou estão nas varandas das casas, ou seja, todos eles estão a realizar atividades do cotidiano.

Aos 65 anos, Ayano Tsukimi é a residente mais jovem de Nagoro. A escola da vila fechou em 2012 depois que seus dois últimos alunos se formaram.

Hoje, o prédio também é ocupado por bonecos, representando os estudantes, professores e diretores que já experimentaram grandes momentos de suas vidas naquele lugar.

Visitar a vila e ver dezenas de espantalhos de antigos moradores pode ser melancólica, mas para Tsukimi parece ter algum conforto, pois para ela as suas criações são "como se fossem seus filhos".

Segundo a moradora, muitos turistas hoje param na vila “dos espantalhos” para conhecer e tirar fotos. “Se não tivesse os criado, todos passariam direto por Nagoro”, defende.

Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Mensagem "suspeita" em biscoito

Como você ficaria se encontrasse em seu pacote de biscoito uma mensagem assustadora?
 
Então, uma britânica vivenciou essa situação ao comprar uma caixa de biscoitos e se deparar com a mensagem "i can ser you" ("eu posso ver você").


Uma mulher de 35 anos, que preferiu não ser identificada, moradora do bairro de Southampton, ficou amedrontada com o ocorrido.

Ela disse que estava sozinha em casa e pegou a caixa de biscoitos Sainbury  quando se deparou com a frase, cujas palavras estavam separadas em quatro biscoitos. 

Segundo ela, as bolachas estavam com uma textura diferente e, quando olhou a parte de trás dos biscoitos, encontro a frase esculpida neles.

"Pode parecer engraçado agora, mas eu fiquei em choque na hora. Estava extremamente apavorada. Meu marido me acalmou dizendo se tratar de uma brincadeira inofensiva, mas me senti muito desconfortável com a situação", disse. 

De início, ela pensou se tratar de uma pegadinha feita pelos amigos, mas, depois, descartou devido ao perfeito estado do produto que não estava adulterado, nem a embalagem violada.

Depois do ocorrido, a mulher enviou uma carta à Sainsbury que respondeu que a frase se referia a um filme terror psicológico de 2008, que tudo não havia passado de uma brincadeira.

Fonte: Msn

Canal do YouTube: Canal Myllas Freitas