Mostrando postagens com marcador #lua. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #lua. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de abril de 2024

Homem envia seu DNA para a Lua para que o aliens o possam clonar

O professor de física Kenneth Ohm está enviando seu DNA para a Lua com a esperança de que algum dia algum ser avançado o encontre e o clone.

Ele espera fazer isso com a ajuda da Celestis, uma empresa sediada no Texas que lançou restos mortais cremados de humanos ao espaço desde que atiraram na órbita do criador de Star Trek, Gene Roddenberry, e das cinzas do psicólogo e autor Timothy Leary, em 1997.

Outros que tiveram seus restos mortais lançados ao espaço pela Celestis incluem o cientista de foguetes Krafft A. Ehricke, o físico Gerard O'Neill, o geólogo planetário Eugene Shoemaker, o astronauta L. Gordon Cooper e o ator de Star Trek James Doohan.

Vários outros atualmente estão na lista daqueles que seguirão o exemplo quando também morrerem.

Algumas dessas pessoas falaram recentemente ao New York Times sobre por que estão fazendo isso e o que esperam que aconteça.

Entre eles estava Ken Ohm, professor de física.

Na década de 1960, Ohm, agora com 82 anos, sonhava em se tornar um astronauta, mas com 1,80m de altura, a NASA disse que ele era alto demais.

Ele não terá esse problema quando seu DNA for carregado a bordo de um Celestis após sua morte.

“As cápsulas memoriais Celestis que transportam restos mortais cremados e ADN permaneceram na superfície lunar como um tributo permanente às almas intrépidas que nunca deixaram de alcançar as estrelas”, lê-se no site da empresa.

Ohm admite que suas cinzas ainda serão enterradas em um terreno familiar, mas seu DNA será enviado para o pólo sul lunar.

Dessa forma, ele diz que seus descendentes poderão olhar para a lua cheia todos os meses e talvez pensar: “O velho Ken tem seu DNA lá em cima”.

Seu maior motivo para enviar seu DNA para Lua, entretanto, não tem nenhuma relação com esse sentimento.

Ohm espera que daqui a milhares de anos alguém da Terra ou talvez de uma civilização encontrada viaje até a Lua, encontre seu DNA e talvez o clone.

O Times diz que Ohm “considerou a perspectiva de um Zoológico intergaláctico com um Ken Ohm em uma jaula, ou – muito mais assustador, especialmente para sua esposa, ele brinca – um enxame de milhares de Ken Ohms reconstituídos espalhando-se pelo universo”.

Afinal, diz ele, se quem encontrou seu DNA na Lua o suficiente para fazê-lo, quem sabe o que fará com ele quando for descoberto?

Link: BroBible

Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas

sábado, 2 de junho de 2018

121 exoplanetas descobertos e suas exoluas com possibilidade de abrigar vida


Mais de 100 planetas gigantes, que potencialmente hospedam luas capazes de suportar a vida, foram identificados por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Riverside (UCR), EUA, e da Universidade de Southern Queensland, na Austrália.

Essa pesquisa guiará o projeto de futuros telescópios capazes de detectar essas luas potenciais e procurar por sinais de vida, chamados de bioassinaturas, em suas atmosferas.

Desde o lançamento do telescópio Kepler da NASA em 2009, foram identificados milhares de planetas fora do nosso sistema solar, os exoplanetas.

O que seriam exoplanetas?

O próprio nome “exoplaneta” é uma abreviação para planeta extrasolar, ou seja, um planeta localizado fora do nosso sistema Solar, que orbita outra estrela e não o Sol. Eles podem ser enormes gigantes gasosos com 60 vezes a massa de Júpiter que engolem estrelas em sua órbita frenética ou então rochosas “Super Terras” muito mais massivas do que o nosso humilde planeta.

Busca de vida

Os planetas terrestres (rochosos) são os principais alvos na busca da vida, porque alguns deles podem ser geologicamente e atmosfericamente semelhantes à Terra. Outros candidatos que poderiam sustentar a vida são as exoluas.

O que seria uma exolua?

Uma exolua, ou lua extrassolar, é um termo que se refere a um satélite natural que orbita um Planeta extrassolar.


Descoberta

Stephen Kane, professor associado de astrofísica planetária e membro do Centro Alternativo de Astrobiologia da Terra da UCR, disse:

"Atualmente, existem 175 luas conhecidas orbitando os oito planetas do nosso sistema solar. Enquanto a maioria dessas luas orbitam Saturno e Júpiter, que estão fora da zona habitável do Sol, este pode não ser o caso em outros sistemas solares. Incluir exoluas rochosas em nossa busca pela vida no espaço expandirá grandemente os lugares que podemos olhar."

Os pesquisadores identificaram 121 planetas gigantes que têm órbitas dentro das zonas habitáveis ​​de suas estrelas. Com mais de três vezes o raio da Terra, esses planetas gasosos são menos comuns que os planetas terrestres, mas se espera que cada um deles abrigue várias grandes luas.

Michelle Hill, aluna de graduação da a Universidade of Southern Queensland, disse:

"Agora que criamos um banco de dados dos planetas gigantes conhecidos na zona habitável de suas estrelas, as observações dos melhores candidatos para hospedagem de exoluas em potencial serão feitas para ajudar a refinar as propriedades exóticas esperadas. Nossos estudos de acompanhamento ajudarão a informar o futuro projeto do telescópio, para que possamos detectar essas luas, estudar suas propriedades e procurar por sinais de vida."

Fonte com alterações: OvniHoje.com

Canal do Youtube:Canal Myllas Freitas

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

31 de janeiro de 2018: Três fenômenos em um só dia

Apenas para recordar notícia passada, já que o dia está se aproximando...



O mês de janeiro promete uma noite incrível para quem ama fenômenos lunares! A noite do dia 31 de janeiro, quarta-feira, irá trazer simplesmente três eventos astronômicos incríveis: Superlua, Lua Azul e Lua de Sangue, todas juntas. É a primeira vez que esse fenômeno ocorre em 150 anos.

Superlua acontece quando a lua, em sua fase cheia, fica mais próxima da Terra, o que a faz parecer maior e mais brilhante do que em dias comuns. Estatisticamente falando, o nosso satélite natural fica 15% mais brilhante e 30% maior do que as luas cheias regulares. No dia 1º de janeiro de 2018 muita gente pôde presenciar esse fenômeno.

Já a Lua de Sangue é um outro nome dado ao famoso eclipse lunar total. Isso porque, quando a luz passa pela atmosfera da Terra durante o fenômeno, a luz vermelha proveniente do sol é refletida, resultando em um tom avermelhado em nosso satélite natural.

E a Lua Azul, na verdade, não é um fenômeno. E sim a expressão usada para designar a segunda lua cheia que ocorre em um mesmo mês. Isto ocorre em intervalos de dois anos devido a diferença no tempo de uma lua cheia até a próxima, de 29,5 dias e a duração dos meses que possuem de 28 a 31 dias.

No Brasil, infelizmente, não seremos capazes de conferir o eclipse (Lua de Sangue), mas a lua certamente estará incrível com o fenômeno da Superlua.

Fonte na íntegra: Guia da semana

Canal Youtube: Canal Myllas Freitas

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

2018 e um evento raro nos céus


O ano de 2018 terá um evento astronômico raro que acontece logo nos seus primeiros momentos: uma wolf moon, ou uma lua de lobo, em uma tradução livre para o português.

De acordo com um comunicado emitido pela Nasa, a agência espacial americana, o fenômeno acontece quando a super lua cai em uma virada de ano.

A super lua ocorre quando o satélite natural está mais próximo da Terra, de modo que a lua cheia aparece maior e mais brilhante para os observadores no nosso planeta.

Para se ter ideia, segundo os cálculos da NASA, a super lua de hoje deve ficar 14% maior e 30% mais brilhante do que uma lua cheia comum.

Além disso, a super lua da véspera deste ano novo faz parte de uma trilogia que começou no início deste mês e vai até o fim de janeiro, quando vai culminar com um eclipse lunar total, gerando o que muitos denominam de lua sangrenta, de acordo com a Nasa.



No dia 31 de janeiro, contudo, esse fenômeno terá um outro nome. Terá o nome de super lua azul e sangrenta, isto é, uma mistura de blue e blood moon. Uma lua azul é simplesmente quando existe duas luas cheias em um mesmo mês.

Fonte:Exame.com

Canal do YouTube: Canal Myllas Freitas