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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Ruínas de Tikal


Localização:

Localizada na Guatemala, as ruínas maias de Tikal, escondidas na selva, são a principal atração turística desse país da América Central.

Apogeu de Tikal

Tikal foi a principal cidade Maia da “era clássica” e seu apogeu começou no ano 200 e foi até o ano 600. Nesse período, a cidade tinha grande influência em todo a Mesoamérica, dominava grande parte da civilização Maia e possuía uma população de, pelo menos, 50 mil habitantes, segundo historiadores.

Tikal era uma das maiores cidades Maias. Os Maias, diferentemente dos Astecas e dos Incas, não possuíam uma capital, mas cidades independentes que poderiam ser aliadas ou rivais, dependendo dos seus objetivos.

Declínio de Tikal

A partir do século IX, a cidade começou a entrar em colapso e a diminuir sua população, não se sabe o motivo, mas acredita-se que foi devido a superpopulação e a falta de alimentos. No século XI, a cidade foi abandonada. Quando os espanhóis chegaram à região no século XVI, a cidade já havia sido completamente abandonada e estava tomada pela floresta.

Descoberta

As ruínas de Tikal ficaram escondidas em meio a floresta por vários séculos. Na década de 1950, começaram as escavações arqueológicas e até hoje elas continuam. Em Tikal, não há uma quantidade grande de ruínas, o principal são as quatro pirâmides. E, diferente de outras ruínas Maias como Chichén Itzá e Palenque, as ruínas de Tikal ficam em uma área muito extensa e é preciso andar bastante para ver tudo

Templos

As pirâmides são chamadas de templos e não possuem nomes, mas numeração: Templos I, II, III, IV, V e VI. O principal ponto de interesse em Tikal é a Praça Principal em que ficam os Templos I e II e algumas outras construções. Esse é o local mais bonito do sítio arqueológico e onde acontecem até hoje celebrações religiosas dos descendentes dos Maias.

Visitas

O Parque Nacional de Tikal fica aberto das 6:00 às 17:00 horas. E há três horários mais comuns de tours que as agências de turismo oferecem. O mais comum é das 8:00 às 16:30 horas, incluindo o tempo de deslocamento de Flores a Tikal, que é 1:30 horas para a ida e o mesmo tempo para a volta.

Canal do Youtube: Canal Myllas freitas

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Metrópole maia na Guatemala


Usando uma tecnologia de mapeamento aéreo, uma equipe internacional de pesquisadores descobriu, debaixo das densas florestas da Guatemala, pelo menos 60 mil casas, prédios, pirâmides e outras construções da civilização maia até então desconhecidas.

Anunciada nesta quinta-feira (02/02), a descoberta está sendo considerada um marco na arqueologia maia. O achado inclui campos de agricultura de tamanho industrial e canais de irrigação, e sugere que ali viviam milhões de pessoas a mais do que se pensava.

A descoberta foi feita no departamento (estado) de El Peten, que faz fronteira com o México e o Belize. Por trás do trabalho, que se estendeu por dois anos, estiveram pesquisadores americanos, europeus e guatemaltecos.

"É uma revolução na arqueologia maia”, disse Macello Canuto, um dos pesquisadores à frente do projeto. Segundo ele, o achado significa que os maias tinham uma população de 10 milhões de pessoas. "Isso é duas ou três vezes mais habitantes do que se dizia antes.”

Os pesquisadores usaram uma técnica chamada "Lidar” (sigla em inglês para  Light Detection and Ranging), uma espécie de escâner que, instalado em uma aeronave, mapeou uma aérea superior a 2 mil quilômetros quadrados por meio de sensores.

Uma das revelações do estudo foi uma nova pirâmide de 30 metros, que antes havia sido identificada como um morro natural em Tikal, o principal sítio arqueológico guatemalteco. Também foi verificado um sistema de fosso e muralha de 14 quilômetros no mesmo local.

Fonte na íntegra: DW.com

Canal do YouTube: Canal Myllas Freitas