quarta-feira, 15 de maio de 2019

Foto de Arrepiar: #18 Avó em foto de neta


Este caso aconteceu em Rhode Island, EUA.

Uma fotografia feita em um celular de uma garotinha de 02 anos chamada Penny revelou a imagem Surpreendente ao fundo da criança.

Segundo a família da criança, a imagem seria da avó da criança falecida em 1990.

Vejamos a imagem:

A foto chegou a ser analisada por especialistas que garantiram não ter ocorrido nenhuma alteração na imagem.

Surpreendentemente a roupa da avó na fotografia é parecida com uma roupa que possuía.


Qual sua opinião?

Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas

sábado, 11 de maio de 2019

Crítica ao livro "O Cemitério"

Olá meus amigos!

Nessa semana estreou nos cinemas um novo remake da readaptação do livro do mestre do terror Stephen King, a obra "O Cemitério", que nos cinemas recebeu o nome de "Cemitério Maldito".

No canal já foi feita uma crítica a respeito dessa obra. Assista e deixe sua opinião nos comentários do vídeo se você também possuiu as mesmas impressões que as minhas ao ler essa obra.

Aguardo você lá no vídeo...



A filha que veio buscar o pai!

Essa é uma história verídica que aconteceu com Annie Gluck e seu marido, Jeff.

Eles moravam em uma cidade pequena, Augusta, na região metropolitana de Wichita, no estado americano de Kansas.
 

Apesar de serem um casal de 50 anos, Annie e Jeff eram 30 ou 40 anos mais jovens que todos seus vizinhos. Muitos deles tinham netos que os visitavam com frequência para leva-los para passear, almoçar, enfim, para passar tempo com os parentes.

Mas esse não era o caso do homem que Annie chamava de Professor. Sua mulher, Elena havia morrido 12 anos antes. Annie passou pouco tempo com os dois juntos, mas percebeu que eles eram daqueles casais perfeitos, que a gente sempre busca e tenta ser com nossos parceiros. Parece que o tempo perto dos dois ficava mais leve e devagar. Os dois eram tão eruditos, espirituosos e, obviamente, ainda tinham muito amor um pelo outro. A morte de Elena foi um baque grande para o Professor. Nesse último ano, ele vinha batalhando contra um câncer e, como vivíamos em uma região sem transporte publico e com táxis caros, Annie acabou tomando conta do Professor e o levando aos médicos na cidade.

O Professor vivia nos Estados Unidos fazia muito tempo, mas ele ainda carregava o sotaque de quem havia migrado para lá. Annie não conseguiu descobrir de onde era. Ele tinha um jeito peculiar de pronunciar o nome da vizinha. Por vezes, sofrendo de dor, Professor ligava na madrugada e dizia apenas: “Annie”. Era a senha para ela sair correndo e ajudar o vizinho com remédios ou até mesmo para levá-lo ao pronto socorro da cidade. Ele estava irredutível de ser internado. Apesar de saber que o fim estava chegando, ele fazia questão de ficar em sua cama. Queria descansar ali mesmo.

Numa madrugada de Outubro, por volta das 4 da manhã, o telefone de Annie tocou. O identificador de chamadas mostrou o numero do Professor. Quando ela atendeu, uma voz estranha disse: “Annie”.

Ela respondeu: “Sim. Professor?”

Aí veio a voz de novo: “Não, é a Maria. Hoje quem vai levar o Professor sou eu”.

E o mais estranho aconteceu na sequência. Annie acordou. Calma. Acordou? Mas o telefone não tinha tocado? Bom, o telefone estava em sua mão, mas seu marido e o cachorro dormiam profundamente. Então o telefone não tocou. Ou tocou?

Annie tentou ligar para o Professor, mas era madrugada e ela não queria acordá-lo. Mas e se ele realmente ligou? Ela se trocou, acordou o cachorro e foi a até a varanda, de onde ela conseguia enxergar a casa do Professor. Dali nada de diferente. Tudo estava calmo e as luzes apagadas.

Mesmo assim, ela não se deu por satisfeita e acabou ligando. Na verdade foram 25 ligações sem nenhuma resposta. Ela sabia que havia algo errado e foi acordar seu marido. Os dois foram até a casa do Professor, bateram na porta e nada. Ligaram de novo e nada. Resolveram então, ligar para a polícia. Quando chegaram, arrombaram a porta e entraram. O Professor estava em sua cama, com aparência calma. Aparentemente morrera de causas naturais.

Como morávamos muito fora da cidade, qualquer atividade que requeira buscar um profissional da área na cidade é feita por vizinhos. Então, com a permissão e supervisão do delegado, as famílias vizinhas começaram a procurar informações sobre o passado e/ou familiares do Professor, além de precisar de um “caixinha” para o enterro.

Annie ficou em cargo de um livro de fotos antigas e um diário que estava no criado mudo. Não havia nenhum “primo Bob”, “tio Mark” ou “família reunida na casa da tia Amelia”. O que havia eram fotos do Professor com sua amada Elena.


Além de uma filha, que nunca havia sido mencionada, Maria, que morreu em 1971!!

Fonte: Ah! Duvido

Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Depressão de Afar (África)

Localizado entre duas placas tectônicas (africana e arábica), esse é um dos lugares mais belos, peculiares e hostis do planeta.
A primeira das peculiaridades é uma fissura curiosa entre as placas que se abre cada vez mais. O que tem nas profundezas dessa fissura é outra peculiaridade: magma.
O Triângulo de Afar (como também é conhecido) se localiza numa região vulcânica ativa. São nada menos do que 12 vulcões ativos prontos a cuspir fogo. E não vamos esquecer os gêiseres, os caldeirões, e até mesmo todo um lago de lava fervente.

Frequentemente se ouve o borbulhar das lavas por lá e vira e mexe é possível presenciar as labaredas serem lançadas ao ar a 400 graus Celsius. Os tremores de terra também "divertem" o local.

Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas

segunda-feira, 6 de maio de 2019

O ônibus


Eu nunca me senti completa. Nunca estive satisfeita. Mas também nunca me interessei em fazer algo para mudar. Quando Robert, meu esposo não estava comigo, o que cuidava da minha ansiedade era passear com Billy. E ainda evitava que ele fizesse suas necessidades pela casa obviamente.

Eu fazia esse passeio pelas redondezas toda madrugada. Pelo menos até aquele dia. Eram 1 e 45 da manha, um babaca freou bem em cima de nós, por pouco não nos acertou. Apesar do susto o que mexeu comigo não foi isso, e sim aquele ônibus verde que apareceu.

Lotado de passageiros, o motorista com cabelo milimetricamente penteado, com um sorriso que parecia sugar toda minha coragem. Ele estacionou, abriu a porta de frente e desceu.

- Está na hora de vir conosco Clarisse.

Ele disse com um tom acolhedor e ao mesmo tempo frio. Eu não entendia como ele sabia meu nome, nem porque passara por ali já que não havia nenhuma linha de ônibus nas redondezas. Entre o medo, a desconfiança e a curiosidade, tudo que pude responder foi:

- Não, obrigado.

Virei-me e voltei para casa. Meu marido já havia chegado.

- Onde você estava amor?

- Fui passear com o cachorro.

- A essa hora de novo amor? Amor? Ei!

- Desculpe.

- O que foi?

- Robert, qual linha de ônibus passa na rua aqui em frente a nossa casa?

- Nenhuma amor. Faz quatro anos que moramos aqui e nunca passou sequer um ônibus, e caso alguma linha fosse criada aqui, acho que saberíamos. Por quê?

- Um ônibus parou pra mim hoje. E o motorista sabia o meu nome.

- O que? Como assim?

- Eu também não sei.

- Olha amor, você anda muito estressada com os preparativos do nosso casamento, ainda decidiu parar com seu remédio para ansiedade.

- Você está dizendo que eu sou louca? Eu não vi coisa. Era um ônibus, um ônibus de verdade.

- Não estou dizendo que não era amor. Apenas durma um pouco, descanse. Amanha vai perceber que pode ter sido algo da sua cabeça.

Fui-me deitar furiosa, mas sem admitir que o que ele disse fazia mais sentido. E realmente, acordei no dia seguinte mais leve e feliz por saber que finalmente seria o dia de escolher o vestido.

O olhar das moças do ateliê eram os juízes da minha escolha. Se eu escolhesse um que fizesse os olhos de todas elas brilharem, esse era o certo.

- O que é isso no seu nariz Clarisse.

Uma senhora me questionou com espanto.

- O que.

Minha calma e leveza foram embora quando levei as mãos ao rosto e percebi que o sangue escorria pelo meu nariz. Senti-me sufocada. Precisava de ar e por isso corri para fora da loja. Lá fora estava ele me esperando. Aquele mesmo ônibus. Os mesmos passageiros. E o mesmo motorista parado na porta com seu sorriso.

- Eu não posso esperar mais Clarisse. É hora de vir conosco.

- Não! Você não vai me levar!

Naquele momento tudo fez sentido. Talvez aquele carro... Aquele carro não "quase" me acertou. Aquele carro me atropelou. É isso. Estou morta, não me resta nada a não ser me entregar. Mas agora não, agora eu tenho tudo. Vou me casar. Não posso abandonar tudo isso. E não vou! Voltei para dentro da loja.

- Moça, chame a policia, por favor!

- O que houve minha jovem?

- Aquele homem está me perseguindo!

- Quem?

- Aquele dentro do onib...

Era até óbvio. O ônibus não estava mais lá.

- Menina, sente-se. O que aconteceu? Seu nariz está sangrando.

Aquela gentil senhora limpava meu rosto e eu sequer podia sentir suas mãos. A imagem do ônibus, aquele sorriso macabro, nada daquilo deixava minha mente a sós por sequer um segundo. Acho melhor ir pra casa. Um banho deve esfriar minha cabeça.

A água fria pelo meu corpo me dava uma falsa sensação de alívio. Saí do banho e fui me secar. Meu cachorro me olhava quase implorando para passear.

- Desculpe Billy, você sabe quem está lá fora esperando por mim.

Será que esse seria o meu destino? Presa dentro de casa, com medo de um ônibus que sequer existe. Presa na dúvida. A vida é minha e ninguém pode me tomar. Pela primeira vez eu não senti medo. Eu estava pronta pra enfrentar tudo aquilo. Eu não podia fugir mais. O medo deu lugar a confiança agora. Aprontei Billy, pus um casaco e saí. Já era tarde mesmo mesmo, quase 2 da manha. Depois de uma pequena caminhada, lá estava ele me esperando. Vi o ônibus fazer uma curva e vir até mim. Ele estacionou e como sempre, o motorista desceu.

- Clarisse, não seja egoísta, Você não é a unica aqui. Você tem que vir conosco.

- Não, eu não vou!

- Você tem certeza?

- Tenho!

Eu gritava tao determinada que não percebi que Billy escapava das minhas mãos e entrava no ônibus.

- Não Billy, vem cá! Devolva meu cachorro!

- Não posso Clarisse, foi ele quem escolheu.

Eu não sabia se devia continuar e deixá-lo, eu o amava demais. Mas mantive minha posição.

- Eu não vou! Essa é a minha vida eu escolho!

- Não Clarisse... Essa não é a sua vida. É a vida que você poderia ter tido...

O homem voltou para seu banco, fechou a porta e foi embora. Acho que agora sim, está tudo resolvido. Nunca mais verei aquele maldito ônibus Me sinto mais leve, porém de um jeito estranho. Toda aquela preocupaçao e ansiedade se foi, agora eu só vejo uma luz. Uma luz intensa. Finalmente eu acho que terei paz.

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- Minha nossa que horrível!

- O carro pegou em cheio!

- Esperem! O cachorro está vivo, isso só pode ser um milagre!

(Essa estória foi baseada no episódio de número 06, intitulado "Rota Noturna" da série "Além da imaginação", última temporada

Fonte: Dossiê do Felipe
Canal do YouTube: Canal Myllas Freitas