quarta-feira, 10 de outubro de 2018

O rádio antigo


Há muitos anos atrás um casal vivia com seus filhos em uma grande casa de madeira, era uma construção muito forte que havia sido erguida pelo seu atual proprietário. Marceneiro habilidoso construiu tudo lentamente com suas próprias mãos quase não precisando de ajuda.

O casal possuía duas filhas e a esposa grávida estava para parir mais um filho com a ajuda de uma vizinha parteira.

Desta vez parecia que havia algo de diferente, os outros partos correram normalmente e este estava mais estranho. O homem estava preocupado pois sua esposa gritava muito, como se a dor fosse quase insuportável.

Logo um choro de criança foi ouvido, o som não era como no parto de seus outros bebês. O homem ficou ainda mais preocupado quando viu a parteira saindo do quarto com uma expressão estranha.

- O que houve? O que aconteceu com meu filho? Ele está vivo? – perguntou preocupado.

- Vivo ele está, mas...

Sem deixar a parteira terminar de falar o homem adentrou ao quarto. Na beirada da cama o bebê estava enrolado em uma toalha, sua mulher chorava.

O homem pegou sua criança e quando descobriu o bebê viu que ele possuía o rosto totalmente deformado.

Os anos passaram. Envergonhados, os pais trataram de criar aquela criança escondida de todos.

O garoto ficava o dia inteiro trancando no sótão, sem nunca ir até a rua. Não se sabe se devido a esta criação ou por problemas ocorridos na sua formação, o menino também começou a apresentar problemas mentais.

Durante todo o dia e, muitas vezes, a noite, também ele emitia vários sons estranhos como se fossem gemidos. Para tentar esconder a presença dele no sótão, seus pais deixavam um rádio ligado. O som se espalhava pela casa e o menino quase não era ouvido.

No ano que o garoto completou dezessete anos a coisa toda aconteceu: ninguém sabe como, mas cansado de ser criado daquela forma, ele conseguiu abrir a porta e acabou assassinando toda a família.

Pais e irmãs, ninguém sobreviveu, ninguém ouviu o barulho, pois, mesmo longe da casa, o único som ouvido eram as músicas tocadas pelo velho rádio.

Atualmente a casa de madeira abandonada continua no mesmo lugar e, as vezes, durante a noite, quem passa pelo local diz ouvir o som de um rádio tocando.

Dizem até que o velho rádio está lá dentro e que, apesar da casa estar vazia, ninguém teve coragem de rouba-lo ou tirá-lo da casa.

É dito que se alguém entrar na casa e ouvir o rádio no mesmo horário que a família foi morta é possível ouvir seus gritos e lamentos por terem sido assassinados.

Antes que alguém pergunte... os corpos da família foram encontrados e enterrados, mas, até hoje, ninguém sabe o aconteceu com o garoto ...

Portanto cuidado! Se ouviu um som de rádio tocando sem haver um aparelho seu ligado... ele poderá estar atrás de você...

Canal do YouTube: Canal Myllas Freitas

sábado, 6 de outubro de 2018

Filme: "O nevoeiro"

Trago-lhes um filme americano, do ano de 2007, do gênero terror.  É um filme baseado em uma das obras de Stephen King, cujo titulo original é "The mist".


Sinopse:
Depois que uma tempestade causa danos em sua casa no Maine, David Drayton e seu jovem filho vão à cidade para conseguir alimentos e suprimentos. Logo depois, uma espessa neblina atinge a cidade, deixando várias pessoas presas na mercearia. Criaturas mortais aterrorizam a cidade, mas dentro do mercado um fanático exige que alguém se sacrifique.



Canal do Youtube: Canal Myllas Freitas

sábado, 29 de setembro de 2018

Ecos do futuro: fotografia sobrenatural


Laura Cisse, de 38 anos de idade, flagrou uma cena “inexplicável” numa foto feita anos atrás: no registro, sua filha mais velha, Ayesha, hoje com 15 anos de idade, aparece usando um vestido de princesa. Ao fundo, a mulher acredita que viu um “eco do futuro” ao notar a filha mais nova — que só nasceria anos depois.

A foto mostra uma menina pequena de cabelos loiros, com uma aparência muito semelhante a de Sophie, a filha mais nova de Laura. A figura olha diretamente para a câmera. O clique, no entanto, foi feito 10 anos atrás, três anos antes de Sophie nascer. “A menina parece muito a minha Sophie. É muito estranho. A Sophie ainda não era nascida, não poderia ter sido ela. É como se fosse um eco do futuro ou algo assim”, explicou a mulher ao The Daily Mirror.

A família, no entanto, não mora mais na mesma casa onde a foto foi feita: “É estranho porque eu publiquei essa foto no Facebook, mas nunca tinha notado essa face. Só notei a coincidência quando ela apareceu nas minhas memórias da rede social, mostrando o registro que foi feito dez anos atrás. Eu me lembro de ter feito a foto: era um sábado, estava chovendo e eu estava tomando banho e Ayesha estava me pedindo para provar o vestido azul, que era novo. Quando ela vestiu a peça, eu disse que ela estava linda e que eu iria fazer um clique dela. Eu tirei a foto e continuei me arrumando”, relembrou Laura.

“Me lembro dos detalhes porque era um vestido bonito e uma foto linda, eu achei que ela parecia uma modelo. Lembro que estávamos sozinhas e não tinham outras crianças em casa. Outras crianças não frequentaram a nossa casa até dois anos depois, quando Ayesha entrou no colégio. Eu acho inexplicável. Está muito alto para ser algo na mesa. Um colega de trabalho argumenta que pode ser a cabeça de uma boneca, mas a minha filha não tinha nenhuma boneca”, contou a mulher. “Parece uma garotinha loira, mas não há ninguém com essa descrição que pudesse estar em casa”.

Laura acredita no paranormal e ficou imediatamente assustada ao notar o rosto da criança no clique: “Eu fiquei chocada. Você vê fotos assustadoras no Facebook, mas eu sempre achei que elas eram editadas. Mas ver que isso aconteceu comigo, e que não tinha ninguém naquele quarto com a gente, é inexplicável”. “Nós nunca vivenciamos nenhuma atividade paranormal naquela casa”.

Confira a imagem:

Fonte: Veja  

Canal do YouTube: Canal Myllas Freitas

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Aparição de "La Llorona" em Chihuahua


Uma série de acontecimentos estranhos amedronta os vizinhos da subdivisão de Punta de Oriente, na cidade de Chihuahua, em especial a aparição de uma mulher andando pelas ruas durante a madrugada, que acreditam se tratar de "La Llorona".

De acordo com o relatório da Direção Municipal de Segurança Pública (DSPM), foi de manhã cedo na segunda-feira (10/09/2018), quando várias pessoas ligaram para o número de emergência 911, chamando a polícia e mencionando o aparecimento de uma mulher com cabelos longos e desgrenhados, vestindo um manto branco.

Diante do grande número de ligações recebidas, policiais se deslocaram às ruas Punta la Gayta e Punta las Guardias, da divisão mencionada, onde se encontraram com vizinhos, que indicaram ter visto andar na rua a "La Llorona ", a mulher que, segundo a lenda, aparece gritando por seus filhos.

Os policiais, para tranquilizar as pessoas, vasculharam os arredores por vários minutos, sem conseguir localizar a suposta "mulher que chora", retirando-se posteriormente do local.

Seria uma aparição de "La Llorona" ou apenas uma histeria coletiva?

Fonte com adaptações: La verdad

Canal do YouTube: Canal Myllas Freitas

domingo, 23 de setembro de 2018

Balanço do fim do mundo


Este incrível balanço (para alguns, aterrorizante) tem o nome apropriado de “balanço do fim do mundo”.

Ele fica amarrado com cordas numa árvore, que nasceu bem a beira de um precipício. As pessoas vão até lá para dar uma balançada sem nenhuma segurança de que farão um vôo sem escalas dali para a morte.

O  balanço está posicionado diante de uma belíssima paisagem, no alto de uma montanha do Equador.

Você chega lá indo pela estrada de Bellavista a partir da borda de Baños. Subindo a estrada da montanha, você vai chegar a um tipo de mirante que é  uma estação de monitoramento sísmico chamado “La Casa del Árbol” (A casa da árvore).

Como o nome acima sugere, ali está uma pequena casa construída em uma árvore, na beira de um enorme canyon.

A vista lá de cima por si só já vale a viagem, mas para os viciados em adrenalina, La Casa del Árbol oferece um bônus único: um balanço que paira sobre o precipício. Acredite ou não, muitas das pessoas que vão lá realmente só vão para experimentar o "balancinho da morte", se arriscando ao balançar no vazio.

Ao que parece, esta é  uma ótima maneira de se entreter quando as nuvens bloqueiam a visão do vulcão Tungurahua do Equador.  

Enquanto você balança observando as nuvens passarem, sentindo o vento frio cortante atingir seu rosto, você pode se pegar pensando em como a ação do sol e chuva não desgastam as cordas... que é sua única ligação com o mundo dos vivos naquele momento.

Canal do YouTube: Canal Myllas Freitas