terça-feira, 31 de julho de 2018

Escala Rio 2.0: alguém a escuta...


O programa Search for Extraterrestrial Intelligence (SETI) que o famoso astrónomo americano Carl 
Sagan tanto acarinhou quando foi lançado, em 1959, já teve alguns episódios de captação de sinais misteriosos, que depois se revelaram falsos alarmes.

Mas qual é a probabilidade de a rede de radiotelescópios terrestres que integram o projeto SETI poderem detectar um "Olá, estamos aqui" vindo do fundo do espaço?

Para pôr ordem nas prioridades desta busca, um grupo de astrofísicos propôs agora, na revista científica International Journal of Astrobiology, a criação de uma nova escala para classificar os sinais detectados: a escala Rio 2.0.

De acordo com a proposta do grupo liderado por Duncan Forgan, da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, a Rio 2.0 - que é adaptada de uma escala já usada por cidadãos cientistas igualmente empenhados nesta busca, e designada escala Rio - tem um total de 10 graus, em que o zero corresponde a “nada provável” e o 10 seria um “contato direto”.
A proposta, escrevem os seus autores, pretende três objetivos.

Primeiro: "conseguir um consenso científico para a classificação de sinais potencialmente indicadores da existência de vida extraterrestre avançada";

Segundo: "criar um instrumento pedagógico, capaz de informar o público sobre o processo usado pelos cientistas para descodificar os sinais detectados";

Terceiro: "poder calibrar as expectativas do público, quando eventuais sinais são discutidos nos media".

A ideia geral, no fundo, é padronizar sinais e respectivas respostas da comunidade científica e descartar mais facilmente questões técnicas na origem dos sinais captados, como um eventual problema num telescópio, ou uma frequência de rádio extemporânea proveniente de algum dispositivo terrestre nas proximidades.
"Estamos a falar de situações extraordinárias [a captação de sinais de civilizações extraterrestres] e, portanto, é preciso ter provas extraordinárias", afirmou Duncan Forgan ao diário britânico The Guardian.

Por seu lado, a astrónoma Jill Tarter, coautora do artigo na International Journal of Astrobiology, e cofundadora do Instituto SETI, nos Estados Unidos, dedicado ao estudo da astrobiologia e à escuta de sinais oriundos do espaço, compara a Rio 2.0 à escala de Richter para a classificação dos sismos.

A ideia é que seja atribuída uma classificação ao sinal e que depois se faça uma atualização à medida que os estudos progridem.

Uma busca de décadas

Iniciado em 1959, o programa SETI tem tido os seus altos e baixos, mas desde o primeiro dia que foi acarinhado por Carl Sagan. Ele próprio, aliás, se pôs à escuta, embora os sinais de civilizações distantes nunca se tenham feito ouvir - o silêncio dura ainda, apesar de alguns falsos alarmes que chegaram a entusiasmar os cientistas e o público.



Em 1993, o programa SETI ficou sem fundos públicos, mas acabou por ser resgatado por beneméritos e verbas privadas e ainda prossegue hoje, com maiores ou menores dificuldades, e com a participação de diferentes grupos e radiotelescópios, que anualmente reservam algum do seu tempo de observação para escutar potenciais extraterrestres. Até hoje sem sucesso, apesar dos tais alarmes falsos.

O mais recente deles ocorreu em maio de de 2017, quando o observatório de Arecibo, em Porto Rico, captou um sinal de rádio "estranho" proveniente da estrela Ross 128, uma anã vermelha que fica a 11 anos-luz de distância da Terra.

Na altura, os cientistas pensavam que poderia haver várias explicações, como emissões de erupções da própria estrela, emissões de outro objeto no mesmo campo de visão da Ross 128, ou até um incêndio nos motores de um satélite terrestre. Em último lugar, os cientistas não descartavam a possibilidade de se tratar de uma mensagem de uma civilização extraterrestre, mas na verdade não lhe atribuíram muito crédito - e fizeram bem.

Dois meses depois, já havia solução para o mistério e, claro, não eram os extraterrestres a saudar a humanidade de muito ao longe. Tratava-se, sim, de uma transmissão de um ou de vários satélites geoestacionários, segundo explicou a equipa do SETI sediada em Berkeley, na Universidade da Califórnia. Os sinais, afinal, só tinham surgido junto da estrela Ross 128 por uma questão de proximidade.

A busca, portanto, vai continuar, agora, certamente enriquecida com um novo instrumento que permite olhar para os sinais como uma nova objetividade: a escala Rio 2.0.

Fonte com adaptações: Diário Notícias - Portugal

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Monumento de Newgrange

Localização

Newgrange é uma tumba do conjunto arqueológico do Vale do Boyne, no condado de Meath, na Irlanda, um dos mais famosos sítios pré-históricos do mundo e o mais famoso da Irlanda.


Construção

Foi construída por volta de 3200a.C., durante o período Neolítico, fazendo com que seja considerada mais antigo do que Stonehenge e as pirâmides do Egito.

Ele foi construído de maneira que, ao nascer do sol do dia mais curto do ano (solstício de inverno), um fino raio de sol ilumina por pouco tempo o piso da câmara no final de um longo corredor.

No exterior, o edifício parece um simples refúgio, perfeitamente redondo com um diâmetro impressionante. Todavia, faça uma visita ao interior e descobrirá um túmulo.


Morada dos Elfos e Fadas

Se visitar durante o solstício, irá testemunhar o que realmente torna este momento extraordinário: um raio de luz preenche gradualmente todo o espaço, o que leva os irlandeses a acreditar que o local é a entrada para o mundo os elfos e fadas

Utilização

Newgrange parece ter sido usada principalmente como uma tumba. Foram encontrados restos humanos cremados de cinco indivíduos. O sol parece ter sido um importante elemento nas crenças religiosas do Neolítico

De acordo com a Mitologia irlandesa, Newgrange era um dos Sídhes (montes) onde Tuatha Dé Danann vivia. Foi construído pelo deus Dagda. De acordo com a lenda, o herói Cú Chulainn nasceu lá. Contudo, a maioria dos ciclos místicos associados com Newgrange datam da era Céltica da mitologia e da História da Irlanda.


Visitas

O acesso ao local é feito a partir do Condado de Meath, de onde partem os grupos em ônibus.

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quarta-feira, 25 de julho de 2018

Pokedex Sinistro #8 Haunter / Gengar



Evolução
Haunter é um Pokémon do tipo fantasma, cujo veneno vem do Gastly. A evolução do Haunter é para o Gengar.

Haunter


A língua de Haunter é feita de gás. Se ele lambe sua vítima, esta começa a tremer constantemente até a morte finalmente chegar. Ele se esconde na escuridão e planeja tirar a vida do ser vivo que se aproximar.  

Gengar


As antigas entries de Gengar na Pokedéx pintaram uma imagem de um fantasma maligno que persegue sua presa à noite e gosta de brincar com suas vítimas.
Ele aparentemente, deseja um companheiro de viagem, já que já foi humano. Tenta criar um companheiro tirando a vida de outros seres humanos.



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segunda-feira, 23 de julho de 2018

A estátua


Dizem que há alguns anos atrás um casal decidiu sair da rotina e sair para jantar , porém para tornar a noite mais romântica combinaram que deixariam seus dois filhos com uma babá muito bem recomendada por uma amiga do casal.

A noite com as crianças parecia tranquila. A jovem viu alguns filmes em DVD os colocou no quarto para dormir.. Entediada decidiu ligar para os pais para perguntar se poderia ver tv em seu quarto, visto que este era o único lugar que estava disponível, pois os pais eram muito rigorosos com o que os filhos viam na tv.

Com a permissão do casal para que assistisse tv no quarto a garota decidiu fazer mais um pedido... ela perguntou se poderia cobrir a estátua que estava no quarto das crianças com uma toalha ou cobertor, pois achou que ela era aterrorizante.

Do outro lado da linha o telefone ficou mudo por alguns instantes, até que o pai das crianças falou com um temor da voz:

- Leve as crianças para fora de casa agora! Nós estamos chamado a policia, pois não possuímos nenhuma estátua no quarto das crianças.

Após alguns minutos de ser alertada a policia chegou até o local. cautelosamente e com armas em punho os policiais invadiram a casa e encontraram todos mortos. Nenhuma estátua foi encontrada, não havia sinal de arrombamento e nenhuma evidencia sobre como as mortes ocorreram foi detectada. As vitimas estavam mortas com um golpe de algo maciço e pesado. O caso nunca foi resolvido e se tornou uma lenda urbana.

Fonte: Clube dos medos

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domingo, 22 de julho de 2018

Fotos de arrepiar #15 Fantasma no helicoptero

Na foto, você vê uma mulher, uma  turista que visitava o Fleet Air Arm Station, na Inglaterra, no final dos anos 80. Ela estava sozinha no helicóptero no momento em que foi tirada a foto, mas não é o que parece. Vejamos.


Tudo estaria dentro dos conformes se o homem desfocado não tivesse aparecido ao lado dela.

Conforme a administração da base militar, o homem da foto lembra muito o piloto que sempre pilotava a aeronave durante a Guerra das Malvinas, em 1982. Ele havia morrido no conflito.

canal do Youtube: Canal Myllas Freitas