quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Descoberta a identidade da múmia que grita

Há mais de um século tentam resolver o enigma da chamada "múmia que grita": quem era este homem e por que seu corpo foi embalsamado com o rosto assim?

Nos últimos dias, um grupo de arqueólogos egípcios, liderados por Zahi Hawass, disse que a múmia, encontrada em 1881 e tecnicamente conhecida desde então como "homem desconhecido E", era realmente Pentaur, o filho que conspirou contra o pai, o faraó Ramsés 3º, para ficar com o trono.

"Extraímos o DNA da múmia de Ramsés 3º, descoberta em 1886, e comparamos com o do 'homem desconhecido E', e os resultados revelaram que o primeiro era pai do segundo", disse Hawass em um documento enviado à BBC.

"Isso faz parte de uma investigação que estamos fazendo há muitos anos, chamada Projeto de Múmias Egípcias, e que revelou não só a identidade, mas também as razões de seu estado."

Até agora, nenhuma outra autoridade científica confirmou as descobertas de Hawass e de sua equipe.

Na semana passada, a "múmia que grita" começou a ser exibida no Museu Egípcio, no Cairo.

Fonte na íntegra: Uol

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Linha misteriosa no planeta Terra

Há vários dias houve uma observação realmente bizarra no Google Earth e no Google Maps.

Uma misteriosa linha de milhares de quilômetros, que se estendeu do Pólo Norte ao Pólo Sul, não só foi detectada no Google Earth e no Google Maps, mas também pôde ser detectada pela Estação Espacial Internacional.

Há muita discussão sobre o que essa enorme linha poderia ser…

Apesar de algumas pessoas sugerirem que tenha sido uma falha de processamento nas fotos, ela claramente tem uma construção física.

O que seria isso?

Vídeo



Fonte com adaptações: UFO sighting

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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Pilares de luz em São Petersburgo


Os moradores de São Petersburgo, na Rússia, tiveram a oportunidade de presenciar no começo da manhã deste sábado (24) um espetáculo da natureza que só acontece no clima frio: os pilares de luz.

O fenômeno se caracteriza por colunas luminescentes coloridas que se estendem verticalmente no céu. Essas colunas aparecem quando a luz passa por cristais de gelo na atmosfera.


Segundo o site russo RT.com, a temperatura em São Petersburgo gira em torno de -20 ºC nesta época do ano -- o que significa que os pilares podem voltar a acontecer na região.

Fonte: G1

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Fenômeno em Foz do Iguaçu/PR

Moradores de Foz do Iguaçu ficaram impressionados com fenômeno no céu registrado na manhã deste domingo (25). Uma espécie de arco-íris se formou em torno do sol chamando a atenção da população.


Conforme informações de especialistas, trata-se de um halo solar. 

Para que o fenômeno ocorra, é preciso que haja condições específicas. O halo solar acontece quando há nuvem do tipo cirrostratus, que se encontram entre 6 e 10 mil metros de altitude com a aparência de um véu muito fino, esbranquiçado e transparente. Esse tipo de nuvem é composta por pequenos cristais de gelo.

Quando a luz solar incide sobre estes cristais de gelo, ela refrata e forma essa espécie de 'arco-íris' em volta do sol, semelhante ao que acontece com os cristais de lustres, por exemplo.

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Yellowstone: um caldeirão prestes a explodir

Uma nova onda de sismos abalou a zona do supervulcão de Yellowstone, na costa oeste dos EUA. Mais de 200 terremotos de pequena magnitude foram registrados em apenas 10 dias.


Especialistas em atividade sísmica informam que a atividade começou, naquela zona, a 8 de fevereiro, mas desde o dia 15 que tem vindo a acelerar e aumentar de magnitude, o que pode colocar o supervulcão em risco de erupção.

 

Entre 8 e 18 de fevereiro, na zona localizada a 13 quilômetros a noroeste da localidade de West Yellowstone registaram-se mais de 200 tremores. Os especialistas assinalaram que ocorreram também outros movimentos, mas demasiado leves para serem localizáveis.
dia normal


Terremotos ocorridos recentemente


Sismógrafos da localidade

A NASA tem um plano para reduzir a ameaça que representa a caldeira de Yellowstone. O possível projeto prevê escavar um canal de 10 quilômetros de profundidade para alcançar o supervulcão e despejar água em alta pressão para diminuir sua temperatura.

Tal missão custaria cerca de US$ 3,5 bilhões (R$ 11,4 bilhões), mas a NASA considera esta solução a mais viável.

O calor provocado pelo vulcão pode ser utilizado como fonte de energia. A eletricidade assim produzida teria preços muito atrativos, aproximadamente US$ 0,1 (R$ 0,3) por quilowatt.

No entanto, tal operação ameaça causar exatamente a erupção que a NASA está tentando prevenir.

O supervulcão do Parque Nacional de Yellowstone entra em erupção a cada 600.000 anos e a sua potência pode superar até 100 vezes a de vulcões normais.

Se o vulcão de Wyoming entrar em erupção, estima-se que 87 mil pessoas seriam mortas imediatamente e dois terços dos EUA seriam imediatamente inabitáveis ​​devido a uma enorme nuvem de cinzas, provocando mudanças climáticas rápidas.

A grande quantidade de cinzas na atmosfera bloquearia a luz solar e afetaria diretamente a vida sob ela, criando um ‘inverno nuclear’ por grande parte da Terra – não simplesmente no oeste dos EUA.

A enorme erupção poderia ser 6.000 vezes mais poderosa do que a de Monte St Helens em 1980, que matou 57 pessoas e depositou cinzas em 11 estados diferentes e cinco províncias canadenses.

Uma das maiores ameaças que implicaria a sua erupção seria a criação de um prolongado inverno vulcânico global.

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